O Mozzila Firefox é um dos navegadores de internet mais famosos e utilizados pelos cibernautas do mundo inteiro, ficando apenas atrás do Internet Explorer da Microsoft. Contudo a "distância" tem vindo a ser encurtada e a Mozzila procura agora dar outro passo nesse sentido. Lançar o seu Firefox para os telemóveis. Por enquanto a aplicação apenas é compatível com dois modelos da marca Nokia (N900 e N810).
Será interessante ver como respondem a Microsoft e a Google a este desafio por parte da Mozzila. É que enquanto a Internet Explorer perde gradualmente a sua hegemonia e a Google se desdobra em esforços e iniciativas para disseminar o seu Google Chrome o Firefox está, a pouco e pouco, a conquistar cada vez mais adeptos entre os utilizadores de internet.
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Cardmobili
Todos nós somos "vítimas" dos cartões de fidelização por parte de todo o tipo de empresas. Desde os cartões em cartão que nos oferecem nos restaurantes e cadeias de fast-food onde vão caribando os nossos menus até nos podermos deliciar com uma refeição grátis, ao pontos que acumulamos por abastecer o nosso carro ou por fazer compras num determinado hipermercado, eles estão por todo e vieram para ficar.
Uma estratégia bastante positiva para a empresa porque garante um consumo contínuo por parte do cliente mas na qual recebemos algo em troca da nossa fidelidade e preferência. A disseminação desta estratégia foi extremamente rápida dado que é bastante simples e aplicavél a praticamente todas as áreas de consumo. Infelizmente causam um excesso de material nas nossas carteiras e é frequente esquecermo-nos dos cartões em casa ou de nem nos darmos ao trabalho de os trazer bem como de não querermos fazer novos. Algumas empresas diminuem o tamanho dos seus cartões, outras passam a oferecê-los por forma a serem incluídos no porta-chaves mas nada disto resolve de forma definitiva e prática o nosso problema. É aí que entra o Cardmobili.
Esta é uma tecnologia que nos permite substituir todos os cartões de fidelização por uma simples aplicação no telemóvel. Basta descarregar a mesma no site da empresa que criou esta tecnologia e inserir os dados que estão nos cartões. Com esta "carteira virtual" podemos aceder a todos os cartões de fidelização de uma forma rápida, cómoda e eficaz. Com um potencial tão promissor é de esperar que a sua disseminação se desenrole de forma igual à disseminaçao dos cartões em si, fazendo-os desaparecer de uma forma tão rápida como apareceram. A empresa pretende agora alargar o leque de parceiros bem como exportar o modelo para outros mercados.
Uma excelente inovação que será bastante útil tanto para as empresas como para os consumidores.
Uma estratégia bastante positiva para a empresa porque garante um consumo contínuo por parte do cliente mas na qual recebemos algo em troca da nossa fidelidade e preferência. A disseminação desta estratégia foi extremamente rápida dado que é bastante simples e aplicavél a praticamente todas as áreas de consumo. Infelizmente causam um excesso de material nas nossas carteiras e é frequente esquecermo-nos dos cartões em casa ou de nem nos darmos ao trabalho de os trazer bem como de não querermos fazer novos. Algumas empresas diminuem o tamanho dos seus cartões, outras passam a oferecê-los por forma a serem incluídos no porta-chaves mas nada disto resolve de forma definitiva e prática o nosso problema. É aí que entra o Cardmobili.
Esta é uma tecnologia que nos permite substituir todos os cartões de fidelização por uma simples aplicação no telemóvel. Basta descarregar a mesma no site da empresa que criou esta tecnologia e inserir os dados que estão nos cartões. Com esta "carteira virtual" podemos aceder a todos os cartões de fidelização de uma forma rápida, cómoda e eficaz. Com um potencial tão promissor é de esperar que a sua disseminação se desenrole de forma igual à disseminaçao dos cartões em si, fazendo-os desaparecer de uma forma tão rápida como apareceram. A empresa pretende agora alargar o leque de parceiros bem como exportar o modelo para outros mercados.
Uma excelente inovação que será bastante útil tanto para as empresas como para os consumidores.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
High Tech 2010
O século XXI será provavelmente conhecido como o século da informação e da tecnologia. A primeira década faz justiça a esse título e ao olharmos para o futuro verificamos que a tendência não é para abrandar, mas sim o oposto. O desenvolvimento e a evolução tecnológica vão acelerar cada vez mais. Pretendo com este post lançar um olhar sobre novos desenvolvimentos tecnológicos que irão dar que falar em 2010 e que nos levam a imaginar como será o futuro, futuro esse que se aproxima a passos largos e cujas alterações acompanham o ritmo da troca de informação, cada vez mais rápida.
A Sony e a Panasonic desenvolveram uma tecnologia que possibilita a expansão da capacidade de armazenamento do Blu-ray. A capacidade passa assim de 50GB por disco para 66,8GB. O Blu-ray é apontado como o sucessor do DVD e cada vez existem mais títulos disponíveis neste formato. De recordar que são estes os discos utilizados pela consola PlayStation 3 e que os leitores de Blu-ray estão a ficar cada vez mais acessíveis, "imitando" o fenómeno que provocou a substituição das cassetes VHS pelos DVD. Melhor qualidade de som e de imagem para filmes, jogos e muitos extras!
O revolucionário Twitter que transformou banalidades em assuntos importantes e que já permitiu divulgar informações extremamente úteis bem como analisar produtos e empresas tem também várias novidades agendadas. A Google e a Microsoft firmaram um acordo com o Twitter para puderem disponibilizar páginas deste serviço de microblogging nos seus resultados de buscas. Tudo isto em troca de 17,5 milhões de dólares anuais que segundo algumas análises, serão suficientes para cobrir os custos de manutenção desta rede social. Com vista a tornar o Twitter num negócio rentável está a ser desenvolvida a ferramenta "Contributors" que pretende saciar as necessidades das empresas nesta rede social, criando uma maior proximidade entre a empresa e o consumidor. "Contributors" está a ser testado por alguns parceiros numa primeira versão beta.
A Apple pretende inovar trazendo outro iGadget que se poderá tornar num fenómeno de vendas. Um "tudo em um" digital é aquilo que a equipa de Steve Jobs pretende trazer ao mercado. Um computador portátil pequeno (notebook) com ecrã táctil (smartphone), capaz de ler e-books (kindle?) e de revolucionar a App Store com a suas características (fim do iPhone?). Ainda não se sabe muito bem o que fará este novo produto da Apple mas as expectativas são muito altas e se conseguir corresponder às mesmas então terá tudo para vingar no mercado e para provocar uma verdadeira revolução. Uma das características inovadoras é o facto do ecrã se "moldar" à imagem (ao aparecer o teclado virtual podemos sentir as teclas, ou num mapa sentir os contornos das regiões).
As novidades da "maçã" não se ficam por aqui já que querem também revolucionar o futuro da música. Rumores (baseados na compra de uma empresa que fornecia música na web por parte da Apple) sugerem que Steve Jobs e companhia irão tentar criar uma jukebox ilimitada na internet. O futuro passaria não por termos os ficheiros de música armazenados no computador, iPod, telemóvel ou em qualquer outro local mas sim acedermos a uma imensa base de dados onde escolheríamos a música e a ouvíamos através da internet. Ao pagarmos uma assinatura mensal (e não a comprar individualmente cada música ou conjunto de músicas) teriamos acesso a uma infinidade de aúdio em tempo real a partir de qualquer dispositivo com ligação à internet.
Estas e outras inovações mais ou menos esperadas irão sem dúvida influenciar vários aspectos da nossa vida, desde a forma como comunicamos e interagimos uns com os outros até à forma como nos divertimos e encaramos o lazer, passando pela forma como ouvimos música ou como acedemos à informação.
A Sony e a Panasonic desenvolveram uma tecnologia que possibilita a expansão da capacidade de armazenamento do Blu-ray. A capacidade passa assim de 50GB por disco para 66,8GB. O Blu-ray é apontado como o sucessor do DVD e cada vez existem mais títulos disponíveis neste formato. De recordar que são estes os discos utilizados pela consola PlayStation 3 e que os leitores de Blu-ray estão a ficar cada vez mais acessíveis, "imitando" o fenómeno que provocou a substituição das cassetes VHS pelos DVD. Melhor qualidade de som e de imagem para filmes, jogos e muitos extras!
O revolucionário Twitter que transformou banalidades em assuntos importantes e que já permitiu divulgar informações extremamente úteis bem como analisar produtos e empresas tem também várias novidades agendadas. A Google e a Microsoft firmaram um acordo com o Twitter para puderem disponibilizar páginas deste serviço de microblogging nos seus resultados de buscas. Tudo isto em troca de 17,5 milhões de dólares anuais que segundo algumas análises, serão suficientes para cobrir os custos de manutenção desta rede social. Com vista a tornar o Twitter num negócio rentável está a ser desenvolvida a ferramenta "Contributors" que pretende saciar as necessidades das empresas nesta rede social, criando uma maior proximidade entre a empresa e o consumidor. "Contributors" está a ser testado por alguns parceiros numa primeira versão beta.
A Apple pretende inovar trazendo outro iGadget que se poderá tornar num fenómeno de vendas. Um "tudo em um" digital é aquilo que a equipa de Steve Jobs pretende trazer ao mercado. Um computador portátil pequeno (notebook) com ecrã táctil (smartphone), capaz de ler e-books (kindle?) e de revolucionar a App Store com a suas características (fim do iPhone?). Ainda não se sabe muito bem o que fará este novo produto da Apple mas as expectativas são muito altas e se conseguir corresponder às mesmas então terá tudo para vingar no mercado e para provocar uma verdadeira revolução. Uma das características inovadoras é o facto do ecrã se "moldar" à imagem (ao aparecer o teclado virtual podemos sentir as teclas, ou num mapa sentir os contornos das regiões).
As novidades da "maçã" não se ficam por aqui já que querem também revolucionar o futuro da música. Rumores (baseados na compra de uma empresa que fornecia música na web por parte da Apple) sugerem que Steve Jobs e companhia irão tentar criar uma jukebox ilimitada na internet. O futuro passaria não por termos os ficheiros de música armazenados no computador, iPod, telemóvel ou em qualquer outro local mas sim acedermos a uma imensa base de dados onde escolheríamos a música e a ouvíamos através da internet. Ao pagarmos uma assinatura mensal (e não a comprar individualmente cada música ou conjunto de músicas) teriamos acesso a uma infinidade de aúdio em tempo real a partir de qualquer dispositivo com ligação à internet.
Estas e outras inovações mais ou menos esperadas irão sem dúvida influenciar vários aspectos da nossa vida, desde a forma como comunicamos e interagimos uns com os outros até à forma como nos divertimos e encaramos o lazer, passando pela forma como ouvimos música ou como acedemos à informação.
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segunda-feira, 13 de julho de 2009
Nobel da Paz para o Twitter
Mark Pfeifle (conselheiro de topo para a segurança nacional da antiga administração Bush) sugeriu num artigo de opinião que a rede social Twitter fosse nomeada para a atribuição do prémio Nobel da Paz. Pfeifle defende que o Twitter desempenha um papel com crescente importância na divulgação de crimes internacionais, conseguindo "romper" com a censura e criando ondas de solidariedade a nível mundial, ondas essas que se poderão reflectir numa defesa mais activa dos direitos humanos e numa promoção constante da paz mundial.
Um dos exemplos mencionados é a actual situação vivida no Irão. O Twitter permitiu aos jornalistas comunicarem as suas experiências e permitiu aos activistas denunciar todos os crimes cometidos pelo regime de Ahmadinejad, expondo a forte repressão de que estavam a ser alvo. O Twitter tornou-se num "megafone" para a causa iraniana e uniu o mundo em torno de um só objectivo. Esta divulgação e respectiva união mundial levou a que os líderes internacionais reagissem de uma forma mais vincada e se mostrassem eles próprios solidários com o povo iraniano, pondo em causa a legitimidade das eleições presidenciais disputadas em Junho deste ano.
A minha primeira reacção ao ler esta notícia foi de pensar que era absurdo atribuir o prémio Nobel da Paz a uma rede social. Mas de seguida tentei analisar a totalidade da situação e a minha opinião mudou. Conceder ao Twitter este prestigiado prémio não é premiar o Twitter em si. É premiar a tecnologia ao serviço da solidariedade. É premiar a Era da Informação. É premiar cada um de nós que faz parte desta grande "família" da internet e das redes sociais. É premiar a inovação ao serviço da paz. Através dos blogs podemos divulgar causas e apelar ao envolvimento directo ou indirecto (via web) na busca de soluções. Através do Twitter podemos acompanhar e "espalhar" informação relacionada com causas sociais. O Facebook tem até uma aplicação própria (Causes) para auxiliar organizações e associações que lutam por um mundo melhor, qualquer que seja a sua "vertente". E muitos mais exemplos. Porque não premiar toda esta comunidade, todo este esforço e todas estas ideias ao serviço do mundo como um todo? Quantos tweets foram produzidos acerca da causa iraniana? Quantos milhões de dólares já foram doados através da aplicação Causes do Facebook? Quantos eventos/acções de ONGs já foram divulgados através de blogs? Estas redes sociais contam com milhões de utilizadores, muitos deles preocupados com vários problemas globais e dispostos a encontrar uma solução, auxiliando a sua construção. Premiar o Twitter seria comprovar que efectivamente a ajuda pode estar à distância de um clique. E que qualquer pessoa com um computador e uma ligação à internet pode ajudar a mudar o mundo. Muitas vezes ouvimos falar do ciber-crime. A ciber-solidariedade existe e tem de ser promovida. A internet promove na maioria das vezes acções de ajuda indirecta no combate aos problemas. Mas pelo facto da ajuda ser indirecta não significa que não atinja resultados reais. A tecnologia mudou a forma do mundo e a solidariedade não "escapou" a esta mudança. Premiar o Twitter seria premiar a solidariedade do século XXI.
Um dos exemplos mencionados é a actual situação vivida no Irão. O Twitter permitiu aos jornalistas comunicarem as suas experiências e permitiu aos activistas denunciar todos os crimes cometidos pelo regime de Ahmadinejad, expondo a forte repressão de que estavam a ser alvo. O Twitter tornou-se num "megafone" para a causa iraniana e uniu o mundo em torno de um só objectivo. Esta divulgação e respectiva união mundial levou a que os líderes internacionais reagissem de uma forma mais vincada e se mostrassem eles próprios solidários com o povo iraniano, pondo em causa a legitimidade das eleições presidenciais disputadas em Junho deste ano.
A minha primeira reacção ao ler esta notícia foi de pensar que era absurdo atribuir o prémio Nobel da Paz a uma rede social. Mas de seguida tentei analisar a totalidade da situação e a minha opinião mudou. Conceder ao Twitter este prestigiado prémio não é premiar o Twitter em si. É premiar a tecnologia ao serviço da solidariedade. É premiar a Era da Informação. É premiar cada um de nós que faz parte desta grande "família" da internet e das redes sociais. É premiar a inovação ao serviço da paz. Através dos blogs podemos divulgar causas e apelar ao envolvimento directo ou indirecto (via web) na busca de soluções. Através do Twitter podemos acompanhar e "espalhar" informação relacionada com causas sociais. O Facebook tem até uma aplicação própria (Causes) para auxiliar organizações e associações que lutam por um mundo melhor, qualquer que seja a sua "vertente". E muitos mais exemplos. Porque não premiar toda esta comunidade, todo este esforço e todas estas ideias ao serviço do mundo como um todo? Quantos tweets foram produzidos acerca da causa iraniana? Quantos milhões de dólares já foram doados através da aplicação Causes do Facebook? Quantos eventos/acções de ONGs já foram divulgados através de blogs? Estas redes sociais contam com milhões de utilizadores, muitos deles preocupados com vários problemas globais e dispostos a encontrar uma solução, auxiliando a sua construção. Premiar o Twitter seria comprovar que efectivamente a ajuda pode estar à distância de um clique. E que qualquer pessoa com um computador e uma ligação à internet pode ajudar a mudar o mundo. Muitas vezes ouvimos falar do ciber-crime. A ciber-solidariedade existe e tem de ser promovida. A internet promove na maioria das vezes acções de ajuda indirecta no combate aos problemas. Mas pelo facto da ajuda ser indirecta não significa que não atinja resultados reais. A tecnologia mudou a forma do mundo e a solidariedade não "escapou" a esta mudança. Premiar o Twitter seria premiar a solidariedade do século XXI.
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sexta-feira, 3 de julho de 2009
Green High Tech
Cada vez mais o "verde" é sinónimo de uma multiplicidade maior de coisas. No início "green" era algo que se destacava pelo seu desempenho ambiental (melhor que os produtos concorrentes), pela sua neutralidade carbónica (através da compensação de emissões) ou por ser um produto que nos auxiliava a proteger o ambiente e a natureza (poupança de energia, poupança de água, redução do volume de lixo, etc.). Verde é a cor da Natureza e o "green" lutava pela sua protecção.
Com uma maior sensibilização e mediatização dos problemas associados às alterações climáticas, "green" passou a significar também um estilo de vida. Uma moda. Ser verde é uma opção, a opção "correcta" e "fixe". Simboliza a preocupação com um problema global e a vontade em deixar de ser parte do problema para ser parte da solução. "Green" é um modo de vida associado ao desenvolvimento sustentável e à paz, não só entre os povos, mas entre o ser humano e o planeta. É o modo de vida do futuro.
A procura incessante por produtos amigos da Natureza, verdes, carbono zero, biológicos, ou qualquer outra designação que esteja associada à salvação da Terra levou a que "green" adquirisse um terceiro significado. O do dinheiro. Cada vez mais é importante para uma marca estar associada ao movimento verde para vender e publicitar os seus produtos. A procura por produtos "green" leva as empresas a adaptarem-se a esta nova realidade e a publicidade e marketing levada a cabo pelos grandes grupos leva-nos a querer ainda mais os produtos verdes. "Green" é uma estratégia empresarial com uma componente cada vez mais essencial para alcançar o sucesso.
Se aliarmos estes três diferentes significados para "green" verificamos que existe um elevado leque de pessoas interessadas nesta área. Qualquer que seja o motivo, é difícil encontrar quem não tenha interesse pelo verde. Este interesse leva-nos a querer um verde cada vez maior e melhor. É por isso que cada vez mais marcas/produtos/empresas estão associadas a este mundo (até as petrolíferas). É preciso inovar, criar, inventar, experimentar, estudar, etc. Tudo para completar cada vez mais o "green" e aperfeiçoá-lo. Surge assim o quarto significado. "Green" é sinónimo de inovação tecnológica. Aliada à engenharia/tecnologia ambiental estão invenções de ponta numa indústria virada para o futuro. É o "Green" High Tech e representa a tecnologia que vai moldar o nosso mundo e a nossa sociedade.
Seguem-se dois exemplos da aposta em Green High Tech:
1) As potências asiáticas unem-se em torno da tecnologia verde para desafiar a supremacia americana. Em Agosto os líderes da China, Japão e Coreia estarão presentes numa cimeira cujo objectivo é unir os recursos e competências destes três países para alcançarem uma cooperação na área ambiental que seja capaz de liderar a nível mundial este tipo de tecnologia. O Japão é o líder em automóveis híbridos e eléctricos, a China tem bastante dinheiro para investir e a Coreia é bastante conhecida pela sua robótica de ponta. Se juntarmos estes ingredientes veremos que é expectável a saída de novas e inovadoras tecnologias capazes de revolucionar a área ambiental. Esta invulgar cooperação destina-se principalmente a proteger o sector industrial asiático bem como retirar dividendos económicos e não proteger o planeta em si. Esta cimeira representa a importância que o sector ambiental tem vindo a ganhar. Ao apostar nele, é possível retirar benefícios de diversas frentes. As potências asiáticas querem estar preparadas para o futuro e sabem que o futuro reside no "green".
2) O suíço Bertrand Picard apresentou ao mundo o seu avião solar. O "Solar Impulse" é um avião que funciona a 100% com a energia solar e é capaz de voar durante a noite (visto que acumula energia durante o dia nas suas baterias), atingindo uma velocidade de 70 km/hora. O objectivo é realizar em 2012 uma volta ao mundo naquele avião para demonstrar que existem soluções ambientalmente responsáveis para o sector da aviação. Pessoalmente fiquei bastante agradado com esta notícia. Quando falei sobre o futuro dos transportes, mostrei-me bastante preocupado com o sector da aviação, visto ser bastante difícil conseguir colocar aviões comerciais a voar com energia 100% renovável. Este planador de Picard apesar de ser somente um pequeno avião, demonstra que com esforço, investigação, vontade e investimento é possível ultrapassar os obstáculos e escrever um novo capítulo na história da aviação.
PS: Estive ausente durante uma semana. Quero que todos saibam que escrevo por prazer e só o estive por motivos profissionais e de saúde. Peço desculpa a todos aqueles que gostam de ler/comentar neste espaço. Espero agora voltar ao ritmo normal.
Com uma maior sensibilização e mediatização dos problemas associados às alterações climáticas, "green" passou a significar também um estilo de vida. Uma moda. Ser verde é uma opção, a opção "correcta" e "fixe". Simboliza a preocupação com um problema global e a vontade em deixar de ser parte do problema para ser parte da solução. "Green" é um modo de vida associado ao desenvolvimento sustentável e à paz, não só entre os povos, mas entre o ser humano e o planeta. É o modo de vida do futuro.
A procura incessante por produtos amigos da Natureza, verdes, carbono zero, biológicos, ou qualquer outra designação que esteja associada à salvação da Terra levou a que "green" adquirisse um terceiro significado. O do dinheiro. Cada vez mais é importante para uma marca estar associada ao movimento verde para vender e publicitar os seus produtos. A procura por produtos "green" leva as empresas a adaptarem-se a esta nova realidade e a publicidade e marketing levada a cabo pelos grandes grupos leva-nos a querer ainda mais os produtos verdes. "Green" é uma estratégia empresarial com uma componente cada vez mais essencial para alcançar o sucesso.
Se aliarmos estes três diferentes significados para "green" verificamos que existe um elevado leque de pessoas interessadas nesta área. Qualquer que seja o motivo, é difícil encontrar quem não tenha interesse pelo verde. Este interesse leva-nos a querer um verde cada vez maior e melhor. É por isso que cada vez mais marcas/produtos/empresas estão associadas a este mundo (até as petrolíferas). É preciso inovar, criar, inventar, experimentar, estudar, etc. Tudo para completar cada vez mais o "green" e aperfeiçoá-lo. Surge assim o quarto significado. "Green" é sinónimo de inovação tecnológica. Aliada à engenharia/tecnologia ambiental estão invenções de ponta numa indústria virada para o futuro. É o "Green" High Tech e representa a tecnologia que vai moldar o nosso mundo e a nossa sociedade.
Seguem-se dois exemplos da aposta em Green High Tech:
1) As potências asiáticas unem-se em torno da tecnologia verde para desafiar a supremacia americana. Em Agosto os líderes da China, Japão e Coreia estarão presentes numa cimeira cujo objectivo é unir os recursos e competências destes três países para alcançarem uma cooperação na área ambiental que seja capaz de liderar a nível mundial este tipo de tecnologia. O Japão é o líder em automóveis híbridos e eléctricos, a China tem bastante dinheiro para investir e a Coreia é bastante conhecida pela sua robótica de ponta. Se juntarmos estes ingredientes veremos que é expectável a saída de novas e inovadoras tecnologias capazes de revolucionar a área ambiental. Esta invulgar cooperação destina-se principalmente a proteger o sector industrial asiático bem como retirar dividendos económicos e não proteger o planeta em si. Esta cimeira representa a importância que o sector ambiental tem vindo a ganhar. Ao apostar nele, é possível retirar benefícios de diversas frentes. As potências asiáticas querem estar preparadas para o futuro e sabem que o futuro reside no "green".
2) O suíço Bertrand Picard apresentou ao mundo o seu avião solar. O "Solar Impulse" é um avião que funciona a 100% com a energia solar e é capaz de voar durante a noite (visto que acumula energia durante o dia nas suas baterias), atingindo uma velocidade de 70 km/hora. O objectivo é realizar em 2012 uma volta ao mundo naquele avião para demonstrar que existem soluções ambientalmente responsáveis para o sector da aviação. Pessoalmente fiquei bastante agradado com esta notícia. Quando falei sobre o futuro dos transportes, mostrei-me bastante preocupado com o sector da aviação, visto ser bastante difícil conseguir colocar aviões comerciais a voar com energia 100% renovável. Este planador de Picard apesar de ser somente um pequeno avião, demonstra que com esforço, investigação, vontade e investimento é possível ultrapassar os obstáculos e escrever um novo capítulo na história da aviação.
PS: Estive ausente durante uma semana. Quero que todos saibam que escrevo por prazer e só o estive por motivos profissionais e de saúde. Peço desculpa a todos aqueles que gostam de ler/comentar neste espaço. Espero agora voltar ao ritmo normal.
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