segunda-feira, 15 de março de 2010

O melhor amigo do homem? A galinha!

A galinha está a um passo de destronar o cão como melhor amigo do Homem. Apesar do seu aspecto pouco apelativo e da sua relação com o dono estar pouco desenvolvida este animal detinha já alguns trunfos a seu favor.

O primeiro deles é claro a quantidade de ovos que nos oferece ao longo da sua vida. Ovos indispensáveis especialmente para aqueles com pouco jeito para cozinhar (como eu) e que se contentam com uma omelete para saciar a fome. Além dos ovos podemos comer a galinha e fazer uma sopa com ela, ao passo que o cão além de não ser "comestível" ainda devora a taça da ração a uma velocidade assustadora. Até aqui poderia parecer um empate sem fim à vista mas eis que a galinha chega com um argumento de peso para resolver o impasse.

Os tais "restos" que se dão às galinhas são uma importante medida de redução na produção de lixo. Basta verificarmos que praticamente todos os materiais são já recicláveis (papel, vidro, plástico, pilhas, electrodomésticas, móveis, etc.) sobrando os resíduos orgânicos. Estes podem ser colocados num compustor para produzir adubo mas apenas uma parte serve para esse efeito, sendo a galinha menos selectiva nos resíduos que consome conseguindo assim uma maior taxa de redução.

Esta teoria foi já posta em prática em Mouscron, Bélgica e parece estar a ter bons resultados. 50 pares de galinhas foram distribuídos por vários habitantes com moradias para que possam assim deixar produzir praticamente lixo algum. As idas ao caixote do lixo para despejar os sacos são coisa do passado. O futuro passa por dar o "lixo" à galinha.

Uma medida natural e cuja importância deve ser valorizada como mais uma boa ideia para o "cabaz" de soluções de reaproveitamento e reciclagem de produtos e resíduos.

É caso para dizer que é preciso acrescentar uma galinha ao lado de cada ecoponto.

terça-feira, 9 de março de 2010

Táxis com Internet

A partir de 09 de Março os utilizadores de táxi em Taiwan vão poder utilizar a internet de forma gratuita enquanto estão naquele meio de transporte. São mais de 1.000 os veículos que irão transportar consigo esta tecnologia fornecida pela empresa de telecomunicações VMAX.

Esta é uma iniciativa que permite rentabilizar recursos e gerir melhor o tempo a quem utiliza de forma frequente os táxis ou simplesmente uma maneira recreativa de passar a viagem para quem não é um utilizador comum. Qualquer que seja o tipo de passageiro penso que esta é uma iniciativa original e bastante positiva. Talvez se desenvolvessemos este tipo de tecnologias e medidas em Portugal o táxi poderia tornar-se num meio de transporte mais "banal" fomentando a sua utilização e tornando-o mais apelativo.

É caso para dizer que para onde quer que vamos a Internet vai connosco.

domingo, 7 de março de 2010

Vinhos - para beber e vender

A vinicultura e viticultura são actividades extremamente importantes para o nosso país. O vinho é, em vários sentidos, um símbolo de Portugal e dos portugueses.

O vinho conta de certa forma a história do nosso país, faz parte da tradição, faz parte do "ser" português. Do Norte ao Sul, do continente às ilhas, praticamente todas as regiões produzem vinhos de qualidade que deliciam não só os consumidores portugueses, mas apreciadores de vinho do mundo inteiro. A arte de fazer vinho está no sangue dos portugueses e, actualmente, nos seus laboratórios também.

Se pensarmos no conjunto de indústrias que "giram" à volta do vinho apercebemo-nos da sua grande importância económica e social. E compreendemos que é um sector onde podemos e devemos apostar com vista a alcançar um futuro de sucesso. O vinho gera emprego e riqueza um pouco por todo o país contribuíndo para o desenvolvimento regional e para a diminuição das assimetrias regionais. É uma fonte de exportação não só de produtos mas da própria imagem de Portugal. A exportação da imagem do país é tão forte que potencia a criação de um segmento específico de turismo (Enoturismo). Apesar de ser uma área com uma história de vários milénios existe ainda um grande potencial no desenvolvimento de novos e melhores vinhos. É este potencial que leva a um crescente investimento em investigação e desenvolvimento, uma componente cada vez mais importante no vasto mundo dos vinhos e aquela cuja futuro parece mais promissor.

Ao olharmos para esta vastidão reparamos que o vinho emprega muitas pessoas com vários graus de qualificação e de ínumeras áreas de formação. Uma aliança entre o saber do passado e a tecnologia do futuro é a chave para expandir o sucesso deste campo e agarrar todo o seu potencial. A investigação vai ter um papel cada vez mais importante pelo que a aposta na viticultura é extremamente importante. Esta investigação além de possibilitar melhores e mais variados vinhos tem também outras aplicações como por exemplo para fins medicinais. O enoturismo é também uma área que poderíamos desenvolver mais já que este tipo de turismo está muitas vezes interligado à história de uma determinada região. Além de um melhor aproveitamento destas áreas devemos também fomentar um aumento na exportação dos nossos vinhos. Tendo em conta a disseminação da produção mundial de vinho e a entrada de novos "players" o preço é algo em que não podemos, ou raramente podemos competir. O mesmo não se passa em relação à qualidade onde temos as armas necessárias para nos conseguirmos impôr e penetrar cada vez mais no mercado global. As relações privilegiadas que mantemos com "meio mundo" podem ser uma porta de entrada bastante significativa especialmente se tivermos conta que são países com um desenvolvimento económico acelerado sendo espectável que o consumo de vinho nos mesmos aumente, focando a nossa atenção para os vinhos "gourmet" e de qualidade. A forte componente turística do nosso país associada ao facto de produzirmos vinho em praticamente todas as regiões pode ser também um pólo de difusão dos vinhos. A comunidade de emigrantes pode também funcionar como um catalisador nos mercados dos seus respectivos países, especialmente nos novos destinos de emigração (por exemplo o crescente número de portugueses que se está a fixar em Angola). Temos vinhos de qualidade capazes de competir a nível mundial e temos várias ferramentas para os promover e difundir.

Em suma acredito que esta área historicamente importante para o nosso país pode desempenhar um papel ainda maior na construção do nosso futuro com os benefícios económicos, sociais e culturais associados. Vinho made in Portugal - para beber e vender.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Desenvolvimento Regional

Numa altura em que o nosso país é assustadoramente assolado pelo desemprego torna-se ainda mais importante a árdua tarefa de tomar medidas no sentido de fomentar o desenvolvimento regional. É preciso criar postos de trabalho, criar oportunidades para uma melhor qualidade de vida, fomentando assim a fixação de pessoas em locais que têm vindo progressivamente a ser abandonados.

A grande maioria das pessoas que "foge" desses locais é por sentir que estes não lhe oferecem as oportunidades e as condições para obter uma vida melhor. A solução, na sua forma genérica, é a de criar essas oportunidades para que se possa inverter o ciclo actual. Apesar de considerar importante termos um ou dois pólos fortes economicamente que "representem" Portugal a nível internacional o desenvolvimento da totalidade do território é extremamente importante para a competitividade do país e para o bem-estar social. Existem benefícios locais e regionais que não podem ser aproveitados se os investimentos se concentrarem em meia dúzia de zonas. A utilização de recursos endógenos alia muitas vezes a componente social à componente económica, sendo possível recolher benefícios em ambas as áreas. O que fazer então para potenciar o desenvolvimento regional?

Uma das medidas que penso que deveriam ser adoptadas é um investimento de "especialização". Isto significa um conjunto de investimentos no mesmo local centrados na mesma área mas que abragessem todos os campos da mesma. Veja-se um exemplo:

Tranformar Évora na "capital" do desporto. Realizar investimentos em Évora no sentido de criar centros de alto rendimento, unidades hoteleiras especializadas, centros de investigação de medicina desportiva e outros centros de investigação relacionados (por exemplo investigação no campo da inovação do material desportivo para diversas modalidades), uma universidade com cursos relacionados (educação física, fisioterapia, etc.), uma escola com cursos profissionais relacionados, comércio especializado, um centro especializado em desporto adaptado, complexos desportivos variados, entre outros.

Apesar de todos os investimentos terem a mesma base a sua diversidade garante uma maior competitividade económica e uma bolsa de emprego relacionada com ínumeras áreas de formação e de vários graus de qualificação. Teríamos condições para receber provas desportivas de múltiplas modalidades tirando partido das suas vantagens económicas directas e indirectas (como o turismo ou o comércio), teríamos melhores condições para treinar os nossos atletas e teríamos mais hipóteses de inovar e de nos afirmarmos neste campo.

Este investimento viria no sentido de complementar aquilo que já existe no nosso país e não no sentido de passar todo o desporto para Évora. Criar condições para modalidades que actualmente não as têm, melhorar as condições para as existentes, apoiar a investigação e inovação, receber mais provas internacionais em mais modalidades, aumentar as qualificações, preparar melhor os atletas portugueses. Estes são alguns dos objectivos. Tudo aliado ao desenvolvimento regional possibilitando oportunidades de emprego e de qualidade de vida. É um investimento que pretende "subir a fasquia" e não tirá-la de um lugar para a colocar noutro.

Este é apenas um exemplo do tipo de especificação e de investimentos que penso serem uma boa solução para apoiar as comunidades locais, estimulando o desenvolvimento regional por forma a criar um tecido económico assente na totalidade do território e capaz de combater os níveis de desemprego actuais fixando as populações em locais que estão "condenados a desaparecer". O desenvolvimento regional como um estímulo económico e social.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Masdar

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Esta é a cidade do futuro, Masdar. Localizada perto de Abu Dhabi surge como um passo de gigante dado pelos Emirados Árabes Unidos (EAU) rumo a um futuro sustentável. É uma cidade construída de raiz que irá albergar 40.000 pessoas e criar 70.000 postos de trabalho. Será a primeira cidade do mundo com emissões neutras de carbono e zero desperdício bem como com um consumo de água substancialmente inferior ao normal (menos 75%). Uma iniciativa que pretende ser a "maquete" para uma revolução global que mude a face das nossas cidades.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Um novo ensino superior

O investimento mais "rentável" para qualquer Estado é no capital humano. Um país necessita de qualificações para progredir e alcançar o desenvolvimento económico e social. Empregos qualificados e especializados geram indústrias de ponta, investigação e desenvolvimento de qualidade bem como melhores condições de trabalho para os trabalhadores. São o "motor" económico de um país mas também um motor para melhorias das condições de vida.

Na base da especialização e da elevada qualificação está o ensino superior. Só com um ensino superior de qualidade e acessível a todos é que poderemos criar uma sociedade apta para enfrentar novos desafios e receber indústrias que exigam o máximo das nossas capacidades intelectuais. Pessoalmente creio que a maioria das nossas universidades tem uma qualidade algo elevada (pelo menos no sistema público) e é de louvar o número de portugueses que se destacam em praticamente todas as áreas. É urgente multiplicar investimentos no sentido de aumentar o número de oportunidades e de ofertas de emprego para pessoas com cursos superiores. Contudo, além da aposta na criação de oportunidades de emprego, é preciso também tornar o ensino superior completamente acessível. Só "atacando" as várias frentes do problema é que conseguiremos, gradualmente, substituir a nossa força de trabalho baseada na mão-de-obra barata e sediada em indústrias com fracas perspectivas de futuro por uma mão-de-obra extremamente qualificada e capaz de realizar tarefas que poucos conseguem. Esta é no meu entender o tipo de competitividade pela qual Portugal pode e deve lutar.

O ensino superior deve ser encarado assim como um investimento para o futuro e não como uma "despesa". A contrapartida para o facto de os contribuintes deverem sustentar este investimento é o de que este será útil e proveitoso para todos nós. É a "justificação" para devermos gastar cada vez mais e melhor neste campo. Proveitoso no sentido de formarmos pessoas que terão empregos bem remunerados em áreas que criam bastante riqueza para o país, aumentando as exportações e reforçando a competitividade do país. Mas o investimento deve, na minha opinião, mostrar os seus frutos desde o 1º ano de faculdade. E como mostrar esses frutos?

Através de um sistema de aulas práticas/estágios em que os alunos universitários realizavam desde o primeiro ano de faculdade uma espécie de "serviço comunitário". Estes "estágios" seriam extremamente positivos para o aluno pois no final do curso teria já bastantes experiências extra-curriculares e para a comunidade que seria "servida" de forma gratuita. Estas aulas ou estágios poderiam por exemplo funcionar numa base semanal ou quinzenal (imagine-se por exemplo uma carga horária de 2-3 horas por quinzena).

Dou agora o meu exemplo pessoal imaginando que este sistema estava em vigor. Estou no primeiro ano do curso de Direito. É óbvio que pouco sei comparado com os conhecimentos que tenho de ter para ser um verdadeiro jurista. Mas posso realizar tarefas úteis que exijam poucos conhecimentos específicos e que estejam algo relacionados com a minha área académica. Podia por exemplo redigir actas ou fazer um pouco do trabalho burocrático relacionado com os tribunais e com a justiça em geral. Estava a fazer algo relacionado com o meu curso, estava a adquirir experiência e estava a ser "útil" à sociedade. Um voluntariado relacionado com o curso que era digamos uma espécie de "agradecimento" pelo investimento feito em mim. A exigência de conhecimentos iria aumentando semestre após semestre à medida que os estágios ficavam cada vez mais complexos.

Penso que a adopção deste sistema tornaria possível por exemplo a eliminação de propinas tornando o ensino superior mais acessível à generalidade da população produzindo mais e melhores diplomados. Um investimento no futuro do país que mostrava os seus benefícios desde o primeiro minuto!

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Plug-in Paris

Paris prepara-se para dar um grande passo rumo à sua sustentabilidade. Depois de em 2007 a cidade ter sido "inundada" por bicicletas para aluguer (10.000) o presidente da câmara prepara uma nova iniciativa para 2011. Encher a cidade com carros eléctricos para aluguer.

Tendo como base o sucesso do programa implementado em 2007, Paris decidiu levar o conceito mais longe ao querer alargar esta rede de "aluguer sustentável" aos carros eléctricos. O programa será composto inicialmente por 3.000 veículos que podem ser encontrados em 27 munícipios da cidade. O custo por dia será de 49 euros sendo que as reservas poderão ser feitas pela internet, telefone ou via SMS.

Com este tipo de programas e iniciativas pretende-se não só melhorar o ambiente da cidade em si devido a menores emissões de gases poluentes mas acima de tudo alterar mentalidades. As pessoas podem desfrutar e descobrir os benefícios de andar de bicicleta sem terem de comprar uma. Depois de constatarem que é um veículo perfeitamente capaz de satisfazer as suas necessidades de mobilidade irão tornar-se muito mais receptivas e quem sabe, alterar por completo a forma como se deslocam diariamente. O mesmo em relação aos carros eléctricos. Esta iniciativa permite que as pessoas experimentem este tipo de veículos e ao descobrirem as suas vantagens irão certamente ser influenciadas quando decidirem adquirir um carro novo.

Tendo em conta experiências anteriores e com os incentivos adequados, penso que estas iniciativas têm todos os "ingredientes" para serem um sucesso. Espero que daqui a uns anos estes sistemas sejam um ponto em comum de todas as grandes cidades europeias.

Firefox em ponto pequeno

O Mozzila Firefox é um dos navegadores de internet mais famosos e utilizados pelos cibernautas do mundo inteiro, ficando apenas atrás do Internet Explorer da Microsoft. Contudo a "distância" tem vindo a ser encurtada e a Mozzila procura agora dar outro passo nesse sentido. Lançar o seu Firefox para os telemóveis. Por enquanto a aplicação apenas é compatível com dois modelos da marca Nokia (N900 e N810).

Será interessante ver como respondem a Microsoft e a Google a este desafio por parte da Mozzila. É que enquanto a Internet Explorer perde gradualmente a sua hegemonia e a Google se desdobra em esforços e iniciativas para disseminar o seu Google Chrome o Firefox está, a pouco e pouco, a conquistar cada vez mais adeptos entre os utilizadores de internet.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Emprego precisa-se

Com a crise económica e financeira internacional veio também o "pesadelo" do desemprego. Um pouco por todo o mundo, milhões de empregos foram destruídos num curto espaço de tempo afectando gravemente o desenvolvimento económico e social desses países.

O desemprego é um flagelo que causa pobreza, agitação social, insegurança, entre tantos outros efeitos nefastos para uma sociedade. Também a nível económico o desemprego é avassalador. Aumentam as despesas com subsídios de desemprego e de apoio social, diminuem as receitas com impostos por via da diminuição do consumo e o volume da segurança social encolhe com menos pessoas a descontar e mais a receber. É um entrave ao desenvolvimento de um país e à prosperidade de uma população. Como tal considero que o combate ao desemprego deve ser o "núcleo duro" de uma governação em tempo de crise. Existem várias formas e maneiras de o fazer mas a prioridade deve ser comum.

Nos EUA Obama alivia impostos às PMEs para lhes facilitar o acesso ao crédito e permitir a sua modernização e coloca em prática ínumeros projectos relacionados com ambiente, telecomunicações, vias de comunicação, etc para criar novos empregos e oportunidades de negócio. Para financiar este seu estímulo à economia pretende aumentar os impostos para as pessoas singulares mais abastadas bem como criar novas taxas aos bancos para que o governo "receba de volta" uma parte da ajuda enviada aos bancos no início da crise financeira. Além disto pretende também cortar com cerca de 120 programas federais sendo que um dos mais mediáticos é aquele que previa uma nova expedição tripulada à Lua até 2020.

Por cá o governo tem apostado numa forte parceria com as IPSS para criar empregos com especial destaque para a reinserção no mercado de trabalho de pessoas que dependiam do RSI (rendimento social de inserção). Outra ferramenta que pode desempenhar um papel chave no combate ao desemprego é o microcrédito através do novo Plano Nacional de Microcrédito. Um pacto entre governo, bancos, sociedades financeiras e Associação Nacional de Acesso ao Crédito pode resultar em empréstimos até 25 mil euros com taxas de juros bonificadas a serem concedidos a pessoas com poucas ou nenhumas garantias do ponto de vista financeiro. As obras grandes públicas têm sido também apontadas como uma saída para o preocupante crescimento do desemprego nacional.

Independentemente da minha opinião pessoal sobre as medidas em si creio que a prioridade está bem definida em ambos os casos. Uma espiral crecente de desemprego é extremamente negativa sobre todos os pontos de vista. Sem emprego não há criação de riqueza, não há exportações, não há consumo, não há inovação, não há crescimento. Existe apenas uma degradação social fortemente vincada e com impactos económicos muito grandes. Para retomarmos o caminho do crescimento económico e do desenvolvimento social é urgente dizer "Emprego precisa-se!".

Cardmobili

Todos nós somos "vítimas" dos cartões de fidelização por parte de todo o tipo de empresas. Desde os cartões em cartão que nos oferecem nos restaurantes e cadeias de fast-food onde vão caribando os nossos menus até nos podermos deliciar com uma refeição grátis, ao pontos que acumulamos por abastecer o nosso carro ou por fazer compras num determinado hipermercado, eles estão por todo e vieram para ficar.

Uma estratégia bastante positiva para a empresa porque garante um consumo contínuo por parte do cliente mas na qual recebemos algo em troca da nossa fidelidade e preferência. A disseminação desta estratégia foi extremamente rápida dado que é bastante simples e aplicavél a praticamente todas as áreas de consumo. Infelizmente causam um excesso de material nas nossas carteiras e é frequente esquecermo-nos dos cartões em casa ou de nem nos darmos ao trabalho de os trazer bem como de não querermos fazer novos. Algumas empresas diminuem o tamanho dos seus cartões, outras passam a oferecê-los por forma a serem incluídos no porta-chaves mas nada disto resolve de forma definitiva e prática o nosso problema. É aí que entra o Cardmobili.

Esta é uma tecnologia que nos permite substituir todos os cartões de fidelização por uma simples aplicação no telemóvel. Basta descarregar a mesma no site da empresa que criou esta tecnologia e inserir os dados que estão nos cartões. Com esta "carteira virtual" podemos aceder a todos os cartões de fidelização de uma forma rápida, cómoda e eficaz. Com um potencial tão promissor é de esperar que a sua disseminação se desenrole de forma igual à disseminaçao dos cartões em si, fazendo-os desaparecer de uma forma tão rápida como apareceram. A empresa pretende agora alargar o leque de parceiros bem como exportar o modelo para outros mercados.

Uma excelente inovação que será bastante útil tanto para as empresas como para os consumidores.